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Economia e Fé. No Início da Era Cristã - Justo L. Gonzalez

Economia e Fé. No Início da Era Cristã - Justo L. Gonzalez

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Livro Economia e Fé no Início da Era Cristã O Livro Economia e Fé no Início da Era Cristã é uma brilhante obra do autor Justo González que examina aqui as ideias, crenças e ensinamentos dos cristãos primitivos sobre o uso do dinheiro, a propriedade, a partilha comunitária e os direitos e obrigações dos ricos e pobres. O autor Justo L. González oferece ao leitor um trabalho profundo, esclarecedor e altamente legível é uma grande contribuição para o estudo da história do pensamento cristão. Ele demonstra claramente que as questões de economia e justiça social são preocupações teológicas centrais, profundamente enraizadas na doutrina e tradição cristãs.

O Livro Economia e Fé no Início da Era Cristã está separado em três seções, acompanhe os temas:

· Histórico
· Antes de Constantino
· Constantino e após o seu Período

Esta obra fala da perspectiva de “fé e riqueza”, e vez de “economia”. Falando de forma estrita os cristãos da Antiguidade, como os romanos, não tinham economia. Tinham, entretanto, um senso muito forte de riqueza e do quanto a sua distribuição – ou ausência dela – afetava as pessoas. Também tinham um senso muito forte de fé e uma convicção igualmente forte de que, de alguma maneira, esses dois assuntos cruciais – fé e riqueza – tinham de estar relacionados. Foi com essa convicção que este livro foi escrito. À medida que lemos o que as pessoas da Antiguidade tinham a dizer sobre fé e riqueza, podemos discordar da sua compreensão a respeito do funcionamento da economia. Podemos ser capazes – e devemos sê-lo – de melhorar sua perspectiva com nossa compreensão das forças – e das forças contrárias – atuantes no sistema econômico, até mesmo no deles. Não podemos permitir, no entanto que isso obscureça o principal ímpeto do que eles têm a dizer: que as questões de fé e riqueza não podem ser separadas; que não podemos nos esconder atrás do nosso conhecimento técnico do funcionamento da economia a fim de evitar as questões cruciais; e que, no final das contas, as questões cruciais sobre economia dizem respeito à ética e à fé.

 

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